*Será que ela pelo menos lembra de alguma coisa?
*Será que vale à pena todo o esforço?
*Por que sempre procuro o caminho mais difícil?
*Será que fiz mesmo tudo que podia?
* ...será que ela vai gostar?
*Por que com 6 meses de blog surge a vontade de fazer um livro?
*Como se faz um livro?
*Pra que serve um blog?
*Será que eu aprendo a cantar e enfim faço uma canção decente?
*Será que mais de 3 pessoas lêem esse blog com frequência?
*Por que tenho um monte de idéias mas sempre acabo esquecendo tudo?
*Por que perguntar ao invés de procurar respostas?
*Qual o valor de um sorriso?
*Por que o povo brasileiro é tão inerte?
*Por que quase ninguém dá atenção pra política?
*Por que não valorizamos nossa cultura?
*Por que aceitamos os absurdos como coisas normais?
*Qual a intenção desse post?
*Seria loucura?
*Será que alguém vai responder alguma dessas perguntas?
¬¬Abraços
Recent Posts
terça-feira, 13 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Um dia desses, ontem e hoje .
Ela caminha em direção ao jardim gasto pelo tempo. Os passos são calculados, o jeito é o mesmo, a camiseta cinza com detalhe azul faz com que tudo aumente. A angústia, os sonhos, as lembranças das canções , a necessidade de lhe mostrar todas as coisas do mundo, de lhe apresentar um novo rumo, de fazer com que leia os onze versos que fiz e sei lá por que achei lindo, os mais lindos de todos.
Sem encontrar soluções definitivas, apenas espero alguma mudança natural(?). Mas a espera é um caminho incerto. Por ser incerto, acaba se tornando cada vez mais complicado.
Complicado como transformar toda essa 'vontade' em atitude, em realidade, em algo maior que os sonhos das noites frias.
Na verdade, a maior dificuldade consiste nisso mesmo. Pois vontade sem atitude não passa(e não passará) de sonhos-tortos-sem-final-feliz.
No fundo toda e qualquer atitude dela acaba sendo concebível . Pois é injusto demais cobrar das pessoas o que elas não podem oferecer. Mas como saber até onde ela pode ir? Será que só perguntar adianta?
[interrogação]
Sem encontrar soluções definitivas, apenas espero alguma mudança natural(?). Mas a espera é um caminho incerto. Por ser incerto, acaba se tornando cada vez mais complicado.
Complicado como transformar toda essa 'vontade' em atitude, em realidade, em algo maior que os sonhos das noites frias.
Na verdade, a maior dificuldade consiste nisso mesmo. Pois vontade sem atitude não passa(e não passará) de sonhos-tortos-sem-final-feliz.
No fundo toda e qualquer atitude dela acaba sendo concebível . Pois é injusto demais cobrar das pessoas o que elas não podem oferecer. Mas como saber até onde ela pode ir? Será que só perguntar adianta?
[interrogação]
domingo, 4 de maio de 2008
Resumo dos dias
Ele pensa em fazer uma canção e acabar logo com isso.Com essa falta, com essa angústia que sufoca, com todos os defeitos possíveis, prováveis e improváveis. Mas o mundo parece girar ao contrário. As palavras insistem em não aparecer. Os versos se repetem, as melodias são as mesmas, e isso faz com que ele vá desistindo aos poucos. Ele sabe que um dia será diferente. Não por pretensão. Mas por estatística mesmo. O mundo molda-se numa eterna mudança. E se hoje as coisas estão assim, meio que de qualquer jeito. Amanhã será diferente. Essa é a lei. Essa é a ordem natural das coisas. E o único desejo dele é que amanhã possa ser melhor. Melhor tipo 'melhor' mesmo.Não precisa ser perfeito também não.
sábado, 3 de maio de 2008
reflexos -de- uma- madrugada- de -insônia- conduzida -e -voluntária
Não é importante. Não chega a nenhuma conclusão. Não segue uma ordem. E não está coeso.
Portanto, pense bem antes de ler.
Na tv embaçada uma menina, de cabelos longos, canta canções de amor. A antena molda-se de forma que o conteúdo seja melhor apresentado. A tal menina é a Érika Martins. A banda, Penélope. Um show bonito. Num programa mais que especial: Bem Brasil!
Entre linhas melódicas e alguns gritos desnecessários, o show segue bem. O entretenimento já alegrava um pouco mais a noite fria.
Mas ainda iria melhorar.
Penélope era apenas a banda de abertura.
Na platéia fãs desafinados divertem-se.
Los hermanos.
A banda é apresentada.
O show começa.
Marcelo Camelo, com barba, com camisa branca-sem-listras, com vigor, com pulos, com 23 anos.
Amarante, sem barba, sem guitarra[na maioria das músicas], com piadas, com danças mais esquisitas que as mais recentes(?).
Medina, magro, com óculos, com costeleta, sem barba.
Rodrigo Barba, com barba[sim, eu fiz esse trocadilho], com vontade, com explosão, com raiva.(no bom sentido.)
A banda que acompanha com o mesmo primor de sempre.
Entre canções alternadas do 1° e 2° disco, uma versão brilhante e encantadora da já consagrada Anna Júlia. Camelo sentado no palco, acompanhado de um menininho de 4 ou 5 anos.[talvez menos]
É bacana ver que aos 23 anos Camelo já tinha em seu repertório grandes composições. Lindas letras. Lindas melodias.
A apresentação não dura muito. Porém, o suficiente para trazer belas recordações, novas fontes de esperança e mais algumas certezas.
Los hermanos, uma grande banda. Uma das maiores/melhores na minha opnião.
O programa citado é o Bem Brasil da tv cultura, mas passa também no Sesc-tv. Onde assisti.
Não tenho certeza com relação a data. Mas era uma tarde de Domingo ensolarada no sesc interlagos-SP.
Os canais com intuito educativo não agradam muito a sociedade. Infelizmente! Pois sempre tem coisa boa passando neles. Basta procurarmos direitinho.
O show já acabou. O canal já é outro. Nele passa uma série qualquer. A série é boa, mas não sei o nome. Mesmo assim contínuo assistindo. Acordado. Pensando. Rabiscando o futuro.
03h17min. Sábado. Chuva. Aula mais tarde. Fome. Calor em meio ao frio.
A tal série termina com uma linda música. Mas também não lembro o nome da mesma. No intervalo programo o filme que assistirei no Domingo. A tv sai do ar. No quarto silêncio. Na rua a chuva faz algum barulho. "Um barulinho bom"- cd da marisa monte que por acaso(?) ouvi esses dias.
03h24mim. Parar de escrever. Comer alguma coisa . Tentar dormir.
Esperança, chuva, canções.
Viver é mesmo bom.
03h27mim.
depois começa tudo de novo.
[99,9% do texto escrito na madrugada de ontem pra hoje. Foram feitas umas correções aqui e ali. Umas edições acolá. Mas é isso. ]
Falta de sono, televisão, um caderno e um lápis...
Portanto, pense bem antes de ler.
Na tv embaçada uma menina, de cabelos longos, canta canções de amor. A antena molda-se de forma que o conteúdo seja melhor apresentado. A tal menina é a Érika Martins. A banda, Penélope. Um show bonito. Num programa mais que especial: Bem Brasil!
Entre linhas melódicas e alguns gritos desnecessários, o show segue bem. O entretenimento já alegrava um pouco mais a noite fria.
Mas ainda iria melhorar.
Penélope era apenas a banda de abertura.
Na platéia fãs desafinados divertem-se.
Los hermanos.
A banda é apresentada.
O show começa.
Marcelo Camelo, com barba, com camisa branca-sem-listras, com vigor, com pulos, com 23 anos.
Amarante, sem barba, sem guitarra[na maioria das músicas], com piadas, com danças mais esquisitas que as mais recentes(?).
Medina, magro, com óculos, com costeleta, sem barba.
Rodrigo Barba, com barba[sim, eu fiz esse trocadilho], com vontade, com explosão, com raiva.(no bom sentido.)
A banda que acompanha com o mesmo primor de sempre.
Entre canções alternadas do 1° e 2° disco, uma versão brilhante e encantadora da já consagrada Anna Júlia. Camelo sentado no palco, acompanhado de um menininho de 4 ou 5 anos.[talvez menos]
É bacana ver que aos 23 anos Camelo já tinha em seu repertório grandes composições. Lindas letras. Lindas melodias.
A apresentação não dura muito. Porém, o suficiente para trazer belas recordações, novas fontes de esperança e mais algumas certezas.
Los hermanos, uma grande banda. Uma das maiores/melhores na minha opnião.
O programa citado é o Bem Brasil da tv cultura, mas passa também no Sesc-tv. Onde assisti.
Não tenho certeza com relação a data. Mas era uma tarde de Domingo ensolarada no sesc interlagos-SP.
Os canais com intuito educativo não agradam muito a sociedade. Infelizmente! Pois sempre tem coisa boa passando neles. Basta procurarmos direitinho.
O show já acabou. O canal já é outro. Nele passa uma série qualquer. A série é boa, mas não sei o nome. Mesmo assim contínuo assistindo. Acordado. Pensando. Rabiscando o futuro.
03h17min. Sábado. Chuva. Aula mais tarde. Fome. Calor em meio ao frio.
A tal série termina com uma linda música. Mas também não lembro o nome da mesma. No intervalo programo o filme que assistirei no Domingo. A tv sai do ar. No quarto silêncio. Na rua a chuva faz algum barulho. "Um barulinho bom"- cd da marisa monte que por acaso(?) ouvi esses dias.
03h24mim. Parar de escrever. Comer alguma coisa . Tentar dormir.
Esperança, chuva, canções.
Viver é mesmo bom.
03h27mim.
depois começa tudo de novo.
[99,9% do texto escrito na madrugada de ontem pra hoje. Foram feitas umas correções aqui e ali. Umas edições acolá. Mas é isso. ]
Falta de sono, televisão, um caderno e um lápis...
sexta-feira, 2 de maio de 2008
***
O tempo passa sem que eu consiga objetivar todos os planos traçados a mão nas folhas do antigo caderno. Pior que isso. Em alguns momentos a impressão é de que nada mudou nos últimos meses. O que chegou a parecer 'encaminhado', perdeu-se com o afastamento involuntário. A tristeza faz-se presente até nos melhores momentos. Não que esteja tudo ruim. Não mesmo! Até porque é importante saber reconhecer o valor das pessoas que nos cercam. O despejo das emoções, das palavras, das loucuras cotidianas...
Nunca foi tão fácil achar que tem muita gente boa por aí.
Mas o que acontece? A ausência enfatizada pela insegurança de sempre só serve pra piorar as coisas. As escolhas incertas prosseguem a machucar, a ferir, a magoar cada vez mais.
Nunca foi tão fácil achar que tem muita gente boa por aí.
Mas o que acontece? A ausência enfatizada pela insegurança de sempre só serve pra piorar as coisas. As escolhas incertas prosseguem a machucar, a ferir, a magoar cada vez mais.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Um montão de coisas
Dias de chuva intensa. As coisas vão acontecendo numa velocidade quase que assustadora. As notícias são as mesmas de antigamente, mas a sinceridade nos aponta um novo rumo. E isso nunca fez tanto sentido como faz agora. As noites, mesmo frias, são mais felizes. As esquinas, as conversas na praça quase esquecida, os risos espontâneos que só existem porque a confiança é mútua. Em meio ao frio de mais um feriado, maio surge como mais uma fonte de esperança.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
:::Um pouco mais:::
As palavras vão surgindo com o tempo. E com o tempo vão surgindo também as novas características . Talvez - e mais provável - nem tão novas assim. Mas ainda não tinha tido tempo de repará-las de uma forma mais ampla. O jeito que mexe no cabelo, a impaciência fantasiada de cansaço, o modo que fala sobre o que lhe cerca. O olhar mais doce do que antes, combina ainda mais com sua roupa colorida, mas nada exagerada. Aliás, nada nela é exagero. Tens tudo na medida certa. E isso resulta numa admiração maior. Numa esperança crescente de que o telefone toque, ou que qualquer mensagem assinada por ela possa enfim chegar. A esperança que ela diga qualquer coisa enquanto se ajeita pra ir embora. Mesmo com palavras ambíguas fica cada vez mais claro que tudo realmente vale à pena, e que cada sorriso quer dizer alguma coisa a mais que um 'simples sorriso'. E tudo isso pode se transformar em qualquer coisa.
Suas palavras demonstram uma satisfação não ilusória. Uma certa alegria com o todo. Os sorrisos, mais espontâneos do que nunca, comprovam sua felicidade quase que escondida no seu rosto sonolento. Uma alegria que me faz pensar em como poderia ser bom... se fosse diferente.
É claro, que pelo menos por enquanto não existem muitas chances para que isso de fato ocorra. Mas se a realidade já oferece lindas possibilidades, porque não sonhar com um pouco mais [de você] ?
Suas palavras demonstram uma satisfação não ilusória. Uma certa alegria com o todo. Os sorrisos, mais espontâneos do que nunca, comprovam sua felicidade quase que escondida no seu rosto sonolento. Uma alegria que me faz pensar em como poderia ser bom... se fosse diferente.
É claro, que pelo menos por enquanto não existem muitas chances para que isso de fato ocorra. Mas se a realidade já oferece lindas possibilidades, porque não sonhar com um pouco mais [de você] ?
domingo, 13 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
[n³] de nostalgia
[...]
Discordo quando dizes coisas desse tipo. Pra começar seu nome é lindo. Talvez tão lindo como cada característica sua que faz de ti alguém especial. O tempo passa e a saudade do que nem aconteceu inspira e faz chorar. As poucas lágrimas talvez não sejam capazes de demonstrar claramente tudo que existe por dentro. E seria perfeito se existisse também por fora. As lembranças das conversas, dos conselhos nas entrelinhas, da vontade de mandar tudo pro espaço e pelo menos uma vez fazer valer toda aquela vontade. O que acontecerá amanhã eu não sei, e nem sei se vale à pena ficar planejando, desenhando ou mesmo ensaiando os próximos passos. As palavras de janeiro, os dizeres de fevereiro, as conversas anotadas diziam coisas bonitas. E essa beleza faz com que eu ainda possa acreditar em qualquer coisa. Mas da mesma forma que tudo pode dar certo e ser ótimo daqui pra frente. Tudo pode não passar de mais um sonho não realizado.
Discordo quando dizes coisas desse tipo. Pra começar seu nome é lindo. Talvez tão lindo como cada característica sua que faz de ti alguém especial. O tempo passa e a saudade do que nem aconteceu inspira e faz chorar. As poucas lágrimas talvez não sejam capazes de demonstrar claramente tudo que existe por dentro. E seria perfeito se existisse também por fora. As lembranças das conversas, dos conselhos nas entrelinhas, da vontade de mandar tudo pro espaço e pelo menos uma vez fazer valer toda aquela vontade. O que acontecerá amanhã eu não sei, e nem sei se vale à pena ficar planejando, desenhando ou mesmo ensaiando os próximos passos. As palavras de janeiro, os dizeres de fevereiro, as conversas anotadas diziam coisas bonitas. E essa beleza faz com que eu ainda possa acreditar em qualquer coisa. Mas da mesma forma que tudo pode dar certo e ser ótimo daqui pra frente. Tudo pode não passar de mais um sonho não realizado.
terça-feira, 1 de abril de 2008
das coisas antigas, porém, tão novas [Fix you]
Setembro passado. Talvez um pouco antes. Na verdade é complicado definirmos pontos de partida. Os sentimentos não são lógicos. A lógica nem sempre é lógica. A contradição entre alegria e tristeza muito menos.
Talvez desde Fevereiro passado. O olhar despretensioso no 3° andar. Os passos em direções opostas. Pontos de vista.
Naquele momento o futuro era algo impensável. Hoje é diferente, o futuro é planejado, mas as possibilidades ainda são poucas.
As lembranças são muitas, porém, confusas. Falta a precisão com relação a datas, estações ou qualquer coisa do gênero.
Lembro das impossibilidades, dos sonhos distantes que de alguma forma até se tornaram reais. Não o quanto eu gostaria, mas é assim mesmo. Mesmo que isso seja insignificante pra muitos. Já não importa tanto assim.
Chega ser engraçado tentar buscar cada detalhe, cada situação vivida, cada sorriso espontâneo conseguido com certo esforço, mas com uma sinceridade inacreditável.
São coisas que nos fazem ver o quanto crescemos, e quanto ainda falta para crescermos.
A sinceridade talvez seja mesmo uma das maiores virtudes. Claro que por muitas vezes pode acabar dificultando as coisas, mas sem ela tudo se torna insuportável.
A primeira conversa. O sarcasmo para tentar encobrir o nervosismo. O descontentamento pelo não reconhecimento imediato, o susto nas palavras mal-interpretadas, a angústia pela falta de tempo para qualquer coisa mais.
Outras conversas, novos assuntos, a mesma insegurança e incerteza de outrora. Os primeiros textos, as tentativas frustradas de canções, a ilusão misturando-se com a realidade.
Os dias cinza, as madrugadas sem dormi na esperança de qualquer coisa, os recados, a alegria compartilhada, e mais que isso, a felicidade ao ver que tudo faz algum sentido.
Os dias passam, a ausência faz com que a saudade aumente. Os sorrisos, os abraços, os risos escondidos nas palavras.
Até quando? Até onde?
De qualquer forma, parece-me que tudo acontece do jeito "certo". Uma pequena atitude leva a outra, e essa outra leva a outra e assim vai. Aos poucos conseguimos nos modificar, melhorar mesmo a cada amanhecer.
Talvez desde Fevereiro passado. O olhar despretensioso no 3° andar. Os passos em direções opostas. Pontos de vista.
Naquele momento o futuro era algo impensável. Hoje é diferente, o futuro é planejado, mas as possibilidades ainda são poucas.
As lembranças são muitas, porém, confusas. Falta a precisão com relação a datas, estações ou qualquer coisa do gênero.
Lembro das impossibilidades, dos sonhos distantes que de alguma forma até se tornaram reais. Não o quanto eu gostaria, mas é assim mesmo. Mesmo que isso seja insignificante pra muitos. Já não importa tanto assim.
Chega ser engraçado tentar buscar cada detalhe, cada situação vivida, cada sorriso espontâneo conseguido com certo esforço, mas com uma sinceridade inacreditável.
São coisas que nos fazem ver o quanto crescemos, e quanto ainda falta para crescermos.
A sinceridade talvez seja mesmo uma das maiores virtudes. Claro que por muitas vezes pode acabar dificultando as coisas, mas sem ela tudo se torna insuportável.
A primeira conversa. O sarcasmo para tentar encobrir o nervosismo. O descontentamento pelo não reconhecimento imediato, o susto nas palavras mal-interpretadas, a angústia pela falta de tempo para qualquer coisa mais.
Outras conversas, novos assuntos, a mesma insegurança e incerteza de outrora. Os primeiros textos, as tentativas frustradas de canções, a ilusão misturando-se com a realidade.
Os dias cinza, as madrugadas sem dormi na esperança de qualquer coisa, os recados, a alegria compartilhada, e mais que isso, a felicidade ao ver que tudo faz algum sentido.
Os dias passam, a ausência faz com que a saudade aumente. Os sorrisos, os abraços, os risos escondidos nas palavras.
Até quando? Até onde?
De qualquer forma, parece-me que tudo acontece do jeito "certo". Uma pequena atitude leva a outra, e essa outra leva a outra e assim vai. Aos poucos conseguimos nos modificar, melhorar mesmo a cada amanhecer.