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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sem título [I]

As idéias são muitas. Em variadas formas, em sentidos opostos, com sorrisos, com alegrias, com tristezas. A criatividade para transformar que parece ser cada vez menor. Transformação. Tudo vem da capacidade de transformação. Não adianta construir novos sonhos a cada nova manhã, se não conseguimos transformar as idéias em algo concreto. Os sonhos são bonitos, são necessários, são importantes. Mas se esquecermos do mundo real, se nos ausentarmos da nossa realidade cotidiana, até mesmo os sonhos tendem a perder seu sentido.

Acho que toda revolução, seja interna, externa, política ou existencialista, tem que começar nos pequenos passos. Nas menores coisas mesmo. O que pra maioria não tem a menor importância. Um caminho diferente numa manhã cinzenta, um jeito diferente de observar os detalhes mais cotidianos, mais comuns.

Cada vez mais as coisas parecem ter menos sentido. Talvez isso ocorra por um único erro. O mesmo erro de sempre. Talvez a beleza esteja mesmo na ausência. A tristeza no fundo acaba trazendo coisas (boas?). Coisas novas. Renovação. Mas não sei se esse é o melhor caminho. Não sei mais qual é o caminho certo. Se é que o 'certo' existe.

3 comentários:

Jonathas Iohanathan disse...

acho que você é capaz de ver o quanto isso faz sentido para mim. Todos os dias tenho esses mesmos pensamentos e vontades sobre querer transformar os planos em algo concreto. Mas enquanto isso a gente tenta, tenta, tenta e escreve para dizer.

Abraços.

Ps.: Estou meio sumido, mas tenho postado. Estou com alguns problemas, na volta te conto. Abraços [2].

DANI. disse...

E você me disse outro dia que não tava conseguindo escrever...
Acho que toda revolução, seja interna, externa, política ou existencialista, tem que começar nos pequenos passos. Nas menores coisas mesmo. O que pra maioria não tem a menor importância. Um caminho diferente numa manhã cinzenta, um jeito diferente de observar os detalhes mais cotidianos, mais comuns.
Nem tenho o que falar...


Aah, eu acho que a gente só percebe qual é o caminho 'certo' quando olha pro passado. No presente, infelizmente, é quase impossível identifica-lo. :~

Beijo, querido!
E boa sorte, sempre.

=*

aninha disse...

O último paragrafo é a mais pura verdade. Talvez as coisas ruins não sejam tão mortais assim, ou sejam pior do que realmente aparentam ser.
Mas não sei, ás vezes coisas boas acabam ferindo muito mais que as ruins, as ruins são sinceras, ao menos.As boas podem surpreender, e isso não é muito saudavel.

Belo texto, muito bom mesmo.
Abraço
:*