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quarta-feira, 7 de julho de 2010

B

eu&ela. seisdejulhodedoismiledez. o presente antecipado. o futuro mais bonito. o abraço. o cheiro.  o destino. o sorriso.

 o sonho que eu posso tocar.

- “nossos nomes que tem o ‘N’ como um elo”

segunda-feira, 5 de julho de 2010

ela: piercings, tatuagem, óculos de grau e o sorriso mais bonito desse mundo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Que não se pode medir.

o que não se pode medir, o amor, o tamanho do(s) sorriso(s), aquela foto em p&b que é coisa mais bonita do mundo, o sono quase sempre adiado por mais algumas horas de conversas, de outros sorrisos, de trocas, de carinho, de afeto, de amor: que não se pode medir.

eu tenho medo, eu digo, de não ser o suficiente, de não estar a altura,  mas a felicidade é o engano, vou me convencendo aos poucos, é o não-planejado, o agir pelo não agir do taoísmo. é a diferença entre o afeto e a vontade, porque a vontade passa quando o objetivo é alcançado, o afeto é o querer bem, independente do medo, do risco, do objetivo em si, do que pode ou não dar certo.

é o incondicional.

ela não existe, eu penso, mas em letras maiúsculas, ela diz que eu estou errado, e no fundo estou, é que é difícil acreditar no que eu pensava que só pudesse existir nos filmes ou nos livros bonitinhos que leio.

ela é o sonho que não espera eu estar dormindo pra acontecer.  é a melhor parte do dia, é quem está do outro lado pra mudar o meu humor, pra se preocupar, pra me divertir, pra me ensinar que o primeiro passo pra ser amado, é ser amável, pra me ouvir reclamando de bobagens, pra me chamar de chato quando sou chato, e de bobo, quando sou bobo, pra entender o que eu digo, ou não, no meu tempo, no meu jeito, meio sem jeito.

e  tudo que eu mais quero é conseguir ser forte o suficiente para protegê-la  desse mundo estranho.

- imensurável: é essa a palavra.

[ continua ]

sexta-feira, 25 de junho de 2010

aos poucos, bem aos poucos, isso aqui vai voltando ao normal. mas eu mudei, eu sei.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

é tudo uma série de repetições. um ano antes, dois, três, e as palavras eram as mesmas, escritas aqui ou anotadas em qualquer outro canto. só muda a data, ou, talvez, a pessoa por quem lamentar, quando existente.

às vezes parece que não tem jeito, como se fosse necessário mesmo, pra chegar lá na frente e, enfim, fazer algum sentido, mas se o lá na frente nunca chega, talvez nem essas linhas sirvam pra nada além de, mais uma vez, registrar datas.

domingo, 30 de maio de 2010

é que demorar faz parte do processo

Do que virá (I) 26/04/2009
 Agora a idéia é criar um outro blog. Para publicar trechos. De textos, músicas, filmes, enfim, qualquer coisa que possa ser, ou venha se tornar, produtiva. Tudo dentro do conceito de-não-deixar-nada-guardado. Pode não parecer, mas acho que o nome disso é revolução.

ps.1 quando o blog estiver pronto deixo o link aqui.
ps.2 idÉia é muito mais legal do que idEia.

ps.3 o sobrenãoteroquedizer prossegue, sempre. o outro será bem menos autoral.

como pode ser visto, há mais de um ano escrevi que faria um blog novo, demorou, mas eis aqui:
Figura3
(o título do blog é o mesmo de uma canção da Banda Alice, que nunca deixa de tocar por esses lados).

sábado, 29 de maio de 2010

do motivo da existência

Núbia diz: Rubem Alves diz que só gostamos daquilo que já existia dentro de nós... parece que tudo que você escreve já existia dentro de mim

sábado, 1 de maio de 2010

sobre não morrer agora

estar alheio, sentir não fazer parte do todo, do contexto, das histórias, das cervejas na mesa do bar, mais que sentir, saber, e ter vontade de vomitar, de mandar a merda, de prejudicar pra não ser prejudicado, assumindo ser humano, fraco, desprovido de uma porrada de coisa, mas não igual, ou pior que eles. é matar pra não morrer. ou desistir das pessoas que desistiram do que pode fazer sentido na vida. é a reclusão voluntária, o abrigo nos livros, nas canções nem sempre de amor e na meia dúzia de amigos necessários. é pular do barco antes que ele afunde, pra poder sobreviver, pra esperar o que não sei se existe, se pode, ou vai, existir algum dia. é a luta contra o ódio, contra a loucura, contra-ser-igual-ou-ao-menos-parecido. não tem remédio, meu bem, mas ainda tem um pouco de você que me faz estar aqui. vivendo.

(é, mais ou menos né)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

quase maio ou a vida vai bem, obrigado.

quase maio, e a vida vai bem, obrigado! é claro que ainda falta uma coisa ou outra, como aquele livro foda do marcelo rubens paiva pra ler, paciência pra assistir uns filmes que já deveria ter assistido, fazer umas músicas pra ela e, quem sabe, até ligar pra contar. pra cantar.

mas de repente tudo vai se encaminhando, e eu tenho dias que gostaria de ter.

apesar de toda a loucura do mundo.