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terça-feira, 23 de agosto de 2011
dizendo
no meio do caos, alguns dias são bonitos. pequenos momentos que podem ser contados. não por fazer diferença, mas pelo exercício que independe do resultado final.
um conjunto de pequenas coisas. como sempre foi. ou tentou ser.
sábado, 23 de julho de 2011
pela arte e coisa e tal
o corpo esgotado fica feliz pela proximidade do fim.
na prática, é um tempo a mais pra tarefa mais difícil de todas: organizar a vida.
(sem contar nas tantas outras tarefas pendentes – produção de uma exposição fora do país, edição de um livro que já deveria ter sido entregue, produção do tão sonhado projeto de poesia e outros projetos mais).
muito.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
de quem não tem culpa da incapacidade de olhar (do outro)
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
escrita automática
domingo, 15 de maio de 2011
para não cair no esquecimento
em termos práticos temos:
I- a reza fez efeito;
II- o que não existia, continua não existindo. e agradecemos por ser assim;
III- feriados geram histórias. algumas que deveriam ser esquecidas (não se trata de você, embora haja culpa - minha, sua e do meio social no qual estamos inseridos. para não falar da "moral cristã"...);
IV- preciso achar alguma utilidade para os pequenos textos rabiscados nos cadernos antigos nos últimos meses;
V- tudo pode acontecer;
VI - novidades virão;
VII - não lembro a data, mas o que eu disse naquela tarde sobre o conceito de morte, de fato, foi o que aconteceu. satisfeita?;
VIII - resolvidos todos os problemas técnicos, cá estamos nós.
IX - começar de novo.
X - alguém aí?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
logo ali.
domingos felizes, momentos felizes, abraços, carinho, atenção.
logo ali, tão perto.
as crianças morrem. o irremediável, irrecuperável. choca. choram. choro.
ali, logo ali.
não existem mais.
não existimos mais.
ali. logo ali.
nunca mais.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
reza para amanhã, depois e depois
quero poder reagir / olhar você sorrir / e não desabar.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
treze
sábado, 4 de dezembro de 2010
déjà vu
todas as necessidades do mundo.
não sei quantos meses depois, as necessidades ainda são as mesmas, preciso arrumar a bagunça da vida, do coração e do computador pós-formatação involuntária, tudo de novo, é estranho, de uma hora pra outra um monte de coisa que você julga importante simplesmente deixa de existir, assim, não-mais-que-de-repente, analogia perfeita, é a vida!, resta o desespero, a falta que você vai sentir e o esforço pra lembrar do que ficou guardado durante tanto tempo que acabou perdendo o sentido, o rascunho de um texto que falava sobre a mesma coisa, com um pouco menos de dor, talvez, com mais sonhos e, quem sabe, menos desilusões, as palavras que, mesmo depois de escritas, se perderam, como se fosse necessário esquecer até os caminhos percorridos, as tentativas que, por mais que não pareçam, fizeram do agora algo bem maior.
pra não dizer das fotografias, que, continuando no campo das analogias, quando apagadas parecem que nunca existiram, daí todo o esforço em recuperá-las, sabe, pra você não morrer ainda mais em mim.
como venho morrendo. em você.