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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sobre aprender a dançar II.

Ela continua a mesma, com uma beleza que o tempo não modifica. Talvez hoje esteja ainda mais segura dos seus passos, e mantém exatamente aquele sorriso largo de dez meses atrás, às dez da manhã de um sábado de sol baixo, na fila de um pequeno cinema no bairro ao lado.

Tem as unhas pintadas de azul claro, combinando com sua blusa, e usa um all star verde escuro, parecido com o que usava antigamente. E eu não sei o que fazer além de observar, de longe, seu corpo, seus gestos e sua fala de poucas palavras.

Ela não precisa saber. Mas seu sorriso, de tão bonito, me faz acreditar em qualquer coisa.

E eu só queria tê-la aqui bem perto, agora, enquanto escrevo essas linhas pobres sobre amor ou possibilidades. Eu nunca sei!

2 comentários:

Felicidade Clandestina disse...

sua namorada - seja quem for - parece ser uma moça muito bonita e interessante. Agarra, rapaz!

tô seguindo aqui.
acho que é o primeiro a sacar de primeira que o blog é de duas pessoas, rs. Volte quando puder.

Rodolpho.

Dani disse...

Eu não sei se eu já te disse isso, mas eu acho que a mulher da tua vida será uma das mais felizes criaturas da Terra. Por, entre outros motivos, conviver e ter o amor da pessoa maravilhosa que você é e por ler coisas tão bonitas escritas sobre ela.
O blog tá lindo, como sempre. O layout de papéis amassados, o clima de rascunhos e coisas que ainda precisam ser ditas.
Sou tua fã! Sempre serei, espero que você saiba disso. Não importa por quanto tempo eu suma, eu smepre vou voltar, com carinho e admiração tão grande, ou até maiores, do que os de antes.
Falando em voltar, em breve eu vou tirar as teias de aranha do meu blog. (:

É, como sempre o comentário ficou grande.
Mas não posso terminar sem dizer que sinto a sua falta. E muito.

Um beijo e um abraço enormes.
(Não posso dizer que eles são do tamanho da minha saudade, se forem eu esmagarei os seus ossos com a força dos meus braços...)